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Bem-estar é o novo metro quadrado do luxo verdadeiro

Bem-estar passou a ocupar o lugar que antes era reservado à metragem, ao acabamento ou à ostentação. No morar contemporâneo, o chamado "luxo verdadeiro" deixou de ser medido apenas em metros quadrados e passou a ser avaliado pela capacidade dos espaços de favorecer conforto, saúde e qualidade de vida no cotidiano. Essa mudança tem reposicionado o mercado imobiliário e a arquitetura residencial no Brasil, influenciando desde a concepção dos projetos até a forma como imóveis são percebidos e valorizados.

A Arquiteta Verônica Fraga tem sido citada em reportagens recentes nas revistas Ego Notícias e Cine Arte como uma das profissionais que analisam a mudança no modo de projetar residências no Brasil, em um momento em que o bem-estar passa a ocupar papel central nas decisões sobre moradia. O tema, que antes orbitava o campo do comportamento ou do design, hoje influencia diretamente o mercado imobiliário, a arquitetura e a forma como as pessoas avaliam valor em um imóvel.

"Hoje, o luxo não está em excessos, mas na forma como o espaço sustenta a vida de quem mora ali. Um projeto precisa funcionar emocionalmente, além de funcionar tecnicamente", afirma a arquiteta Verônica Fraga.

Nos últimos anos, fatores como conforto ambiental, qualidade do ar, iluminação natural, organização funcional e integração dos espaços passaram a ser observados com mais atenção por compradores e investidores. O lar deixou de ser apenas um espaço de permanência e passou a ser entendido como parte ativa da rotina, influenciando produtividade, saúde e equilíbrio emocional.

Esse movimento não é isolado. Dados do Global Wellness Institute (GWI) mostram que o mercado global de wellness real estate — segmento que reúne empreendimentos e residências projetadas para favorecer saúde e qualidade de vida — foi avaliado em US$ 225 bilhões em 2019, com projeção de atingir US$ 1,1 trilhão até 2029, sinalizando uma mudança estrutural na forma como o setor imobiliário enxerga valor.

No Brasil, essa discussão ganhou espaço também na mídia generalista. O programa Band Mulher, apresentado por Regina Lima, passou a abordar arquitetura, moradia e bem-estar como temas conectados à vida cotidiana, ampliando o debate para além do universo técnico e alcançando o público geral.

Estes estudos apontam que a valorização do bem-estar nos ambientes residenciais está diretamente ligada às transformações no modo de viver. A intensificação do trabalho remoto, o aumento do tempo passado em casa e a busca por equilíbrio entre vida pessoal e profissional fizeram com que os espaços precisassem responder a múltiplas funções, sem perder conforto e organização.

Conteúdos especializados, em matéria no site da rede Elevato, reforçam que o chamado "novo luxo" está menos associado à ostentação e mais à qualidade do uso diário dos espaços. Ambientes integrados, materiais adequados, soluções que reduzem ruídos, melhoram a circulação de ar e facilitam a rotina passaram a ser percebidos como diferenciais reais.

Nesse cenário, a arquitetura passa a atuar como mediadora entre necessidades práticas e qualidade de vida. Reportagens sobre a atuação de Arquiteta Verônica Fraga indicam que projetos residenciais têm buscado integrar planejamento técnico, organização espacial e atenção ao uso cotidiano dos ambientes, refletindo uma demanda crescente por soluções que vão além da estética.

Outro ponto que acompanha essa transformação é o papel do mobiliário planejado. À medida que os espaços se tornam mais integrados e multifuncionais, cresce a necessidade de soluções que organizem o ambiente sem comprometer circulação ou conforto. A integração entre projeto arquitetônico e execução industrial aparece como fator que contribui para maior previsibilidade de uso e desempenho do imóvel ao longo do tempo.

Uma reportagem do Jornal do Comércio destaca a trajetória da Simonetto Grupo Duarte, que atua há 17 anos no mercado e recebeu, pelo segundo ano consecutivo, o Prêmio Top of Mind de Qualidade, reconhecimento baseado na lembrança espontânea e na confiança do consumidor.

Especialistas do setor avaliam que a combinação entre arquitetura bem planejada e soluções industriais com precisão técnica reduz retrabalhos, amplia a durabilidade dos espaços e favorece a funcionalidade no longo prazo. Nesse contexto, o bem-estar deixa de ser um conceito abstrato e passa a se traduzir em decisões concretas de projeto, execução e uso.

A discussão sobre qualidade de vida no morar, antes vista como tendência, hoje se consolida como critério mensurável no mercado. A casa passa a ser avaliada não apenas por metragem ou localização, mas pela capacidade de responder às necessidades reais de quem a habita. Esse reposicionamento redefine o papel da arquitetura, do design e da indústria no cenário contemporâneo, indicando que o futuro do setor passa, cada vez mais, pela integração entre técnica, uso e bem-estar.